quinta-feira, 27 de novembro de 2008

A Verdadeira História do Tráfico no Rio

Recebi por e-mail, e como achei interessante, estou postando aqui.
O texto abaixo está conforme o e-mail recebido.

Outro dia saiu nos jornais que o ator galã da GLOBO, Fábio Assunção foi afastado da novela para "tratar de problemas de saúde". O problema de saúde é o consumo de COCAÍNA. Todos sabem que é na GLOBO, nas festinhas dos diretores de núcleos, dos altos escalões da empresa que estão os maiores consumidores. São todos uns CANALHAS!

Quando o pobre do Delegado HÉLIO LUZ (aquele que foi chefe de POLÍCIA no governo da Benedita) disse que o brilho do pó começava em IPANEMA, muitos dos GLOBAIS (INCLUINDO-SE AÍ os diretores de jornalismo da emissora) fizeram campanha e logo o afastaram do cargo. Ele falava com conhecimento de causa. Quanto tempo faz isso? Poucos lembram. Pois é, essa canalhice não acaba nunca. O Rio de Janeiro por isso virou essa cidade que vive uma guerra civil que ninguém tem coragem de assumir.

Conclusão: todos somos hipócritas...."


A VERDADEIRA HISTÓRIA DO TRÁFICO NO RIO !!!

Não adianta colocar somente na conta dos pobres!


Sylvio Guedes, editor-chefe do Jornal de Brasília, critica o 'cinismo' dos jornalistas, artistas e intelectuais ao defenderem o fim do poder paralelo dos chefes do tráfico de drogas.
Guedes desafia a todos que 'tanto se drogaram nas últimas décadas que venham a público assumir: eu ajudei a destruir o Rio de Janeiro'. Leia o artigo na íntegra:

'Eles ajudaram a destruir o Rio'.

É irônico que a classe artística e a categoria dos jornalistas estejam agora na, por assim dizer, vanguarda da atual campanha contra a violência enfrentada pelo Rio de Janeiro.

Essa postura é produto do absoluto cinismo de muitas das pessoas e instituições que vemos participando de atos, fazendo declarações e defendendo o fim do poder paralelo dos chefões do tráfico de drogas.

Quando a cocaína começou a se infiltrar de fato no Rio de Janeiro, lá pelo fim da década de 70, entrou pela porta da frente.

Pela classe média, pelas festinhas de embalo da Zona Sul, pelas danceterias, pelos barzinhos de Ipanema e Leblon.

Invadiu e se instalou nas redações de jornais e nas emissoras de TV, sob o silêncio comprometedor de suas chefias e diretorias..

Quanto mais glamuroso o ambiente, quanto mais supostamente intelectualizado o grupo, mais você podia encontrar gente cheirando carreiras e carreiras do pó branco.

Em uma espúria relação de cumplicidade, imprensa e classe artística (que tanto se orgulham de serem, ambas, formadoras de opinião) de fato contribuíram enormemente para que o consumo das drogas, em especial da cocaína, se disseminasse no seio da sociedade carioca - e brasileira - por extensão. Achavam o máximo; era, como se costumava dizer, um barato.

Festa sem cocaína era festa careta.

As pessoas curtiam a comodidade proporcionada pelos fornecedores: entregavam a droga em casa, sem a necessidade de inconvenientes viagens ao decaído mundo dos morros, vizinhos aos edifícios ricos do asfalto.

Nem é preciso detalhar como essa simples relação econômica de mercado terminou.

Onde há demanda, deve haver a necessária oferta.

E assim, com tanta gente endinheirada disposta a cheirar ou injetar sua dose diária de cocaína, os pés-de-chinelo das favelas viraram barões das drogas.

Há farta literatura mostrando como as conexões dos meliantes rastacuera, que só fumavam um baseado aqui e acolá, se tornaram senhores de um império, tomaram de assalto a mais linda cidade do país e agora cortam cabeças de quem ousa-lhes cruzar o caminho e as exibem em bandejas, certos da impunidade.

Qualquer mentecapto sabe que não pode persistir um sistema jurídico em que é proibida e reprimida a produção e venda da droga, porém seu consumo é digamos assim, tolerado.

Que a mídia, os artistas e os intelectuais que tanto se drogaram nas três últimas décadas venham a público assumir:

'Eu ajudei a destruir o Rio de Janeiro.'

Façam um adesivo e preguem no vidro de seus Audis, BMWs e Mercedes.'

Fonte: Jornal de Brasília.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Tecnologia em qualquer lugar

Ontem vi uma notícia muito interessante: Escolas brasileiras testam Laptop tupiniquim

Porém, acho que a mídia deveria ter chamado pelo nome real: Carteira escolar digital.
Mas como isso não tem importância... pois o que vale mesmo e a oportunidade dos jovens poderem estender o seu aprendizado com a tecnologia.

Mas eu vejo aqui uma questão muito ruim... a dependência que isso pode causar nesses jovens... pois não é só jogar o computador na frente das crianças e... vamos fazer isso e aquilo.

É necessário ter uma preparação, uma introdução da matéria, no quadro, com exercícios no papel, para depois sim, aproveitar a tecnologia e elucidar ou complementar o que está sendo ensinado.

Digo isso por dois motivos:

a) No caso da matemática, pode fazer a criança ter preguiça de calcular, pois é bem mais fácil ligar a calculadora do computador e resolver a questão.

b) A criança fazendo tudo diretamente na máquina, vai deixar de praticar a escrita, e aí já viu... vamos ter gente escrevendo pior que médico.


Continuando a questão da Tecnologia...

Ontem quando estava voltando do trabalho presenciei uma cena interessante. Dois adultos com mais de 30 anos, de aparência de trabalhador de tarefas pesadas, entraram no vagão do trem com seus celulares... o que achei interessante, “pois é pouca gente que utiliza isso”, é que eles estavam trocando arquivos (músicas e vídeos) via bluetooth.

Além de poucos adolescentes e geralmente a partir de classe média para alta, é difícil ver pessoas usando este artifício que hoje, muitos celulares têm por padrão.


O que temos de aprender com isso é que: A tecnologia está aí para todos... só temos de aprender a lidar com ela e usa-la de forma eficiente e produtiva para não perdermos valores antigos que são base para um aprendizado mais completo e racional.

Pois não queremos ver pessoas no futuro que não saberão realizar certas atividades se não tiverem um computador em sua frente.

[]´ a todos!!!

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Hoje é um dia Histórico!


Quando acordei, liguei a TV e nada, na preça de ir trabalhar, tomei meu banho e peguei meu caminho.

Ainda sonolento, nem lembrei de acessar a net pelo meu smartphone, só pensava em chegar no escritório e ligar meu computador.

Finalmente, quando liguei e fui entrando nos sites de jornais, vi estampado na tela: 'A mudança chegou à América', diz Obama após vitória nas urnas

Sou Brasileiro, mas sempre senti inveja do orgulho americano, primeiramente por causa do incentivo esportivo que lá começa na infância, nas escolhinhas que promovem partidas onde os pequeninos atletinhas vão devidamente uniformizados tentar conquistar sua vitória. Arrependo-me muito de não ter embarcado na oportunidade que tive de ir jogar lá quando adolescente. Basquete, diga-se de passagem!

Esse envolvimento no esporte em geral é o que me faz sentar em frente a TV e assistir variados tipos de competições que aqui no Brasil, nunca veremos acontecer.

Um outro motivo que me faz olhar com emoção, são os filmes que retratam o esporte e o patriotismo. Meio sem querer eu aprendi a cantar o hino Americano por causa desses filmes.

Por outro lado, há aqueles momentos que me fazem desprezar a história americana, o racismo e a discriminação é um desses motivos... algo que eu nunca vivi, mas que fazem meu sangue ferver quando vejo filmes que retratam esse preconceito que tirou muitas vidas.

Na recente história americana, o que me fez ver com outros olhos a tal terra da liberdade, é o que a família Bush fez naquele país, gerando terror e medo durante o mandado do pai e agora do filho.

O interesse pelo Iraque diz tudo! Desde a guerra do Golfo as sementes foram plantadas e germinaram na colheita do “11 de setembro”, que foi uma desculpa para a guerra do Iraque que causou e causa essa carnificina que está acontecendo hoje naquele país. Se você parar pra pensar, com o Sadan lá, as divisões tribais não estariam se enfrentando e matando tanta gente, pois o medo que havia pelo Sadan, fazia as coisas caminharem com menos violência.

Pois bem... esta semana, muitos valores devem ser mudados, isto por dois fatos históricos.

1º - Lewis Hamilton se torna o primeiro negro a pilotar um carro de Formulá 1 e é Campeão Mundial em sua segunda temporada. “Lembre-se que ele poderia ter ganho ano passado, mas perdeu por descuido de principiante.”

2º - Barack Obama se torna o primeiro Presidente negro dos Estados Unidos da América, e sua aclamação popular é comparada a de John Kennedy.

Vamos comemorar e esperar que essa mudança realmente seja para melhor.

Extras:
* Veja o primeiro discurso de Obama como presidente eleito.
* Veja como ficou a apuração das eleições nos Estados Unidos.
* Saiba por que a eleição de Barack Obama como presidente dos EUA é histórica.
* Imagens das Eleições nos EUA.
* Madonna comemora vitória de Obama em show, veja o vídeo abaixo:



segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Futebol Americano no Subúrbio?

Eu sou um cara esportivo, sempre estou gostei de praticar esportes!

Recentemente passei a observar um esporte novo na praça, isto é, o estilo é antigo, parecido com o Futebol Americano tradicional, porém em terreno diferente e com a quantidade de adversários bem maior, causando uma desproporção entre os lados da disputa.

O que as pessoas podem estranhar neste esporte, é que ele não utiliza nenhum campo gramado, seja indoor ou outdoor.

A grande sacada deste esporte realmente não os bloqueadores, estes realmente fazem a diferença e podem fazer você ir conquistando as suas jardas para chegar na marca do objetivo que pode lhe premiar com o que seria o nosso touchdown.

Este nosso esporte também é composto por tecnologia, que nos ajudar a definir a marca a ser alcançada. Muitas vezes as dezenas de painéis espalhados pelo ambiente, fazem a torcida tirar suas dúvidas, juntamente com o locutor que a todo instante diz para o publico quem é a bola da vez.

Os juizes aqui são muitos, temos juizes de linha, juizes de controle, juizes de parâmetro, o que não falta aqui é alguém pra controlar tudo que acontece nesse jogo.

Claro que como em todo jogo, sempre tem aqueles que tentam burlar a situação... e em alguns casos isolados conseguem... fazer o que!!!

Será que alguém já sacou do que eu estou falando?

Sim; Não; Talvez!

Vamos então ao esclarecimento do texto gerado pela minha fértil imaginação.

Futebol americano é um esporte baseado em troncos e solavancos, isso é, contato físico ao extremo. Em que lugar do Rio de Janeiro há mais contato físico “tirando os motéis da cidade... claro” ?

Resposta: Central do Brasil.

A algumas semanas, venho observando as pessoas e eu mesmo tenho praticado isso... rs rs rs

Pense que o “Quarterback” lançou a bola e você é um “Receivers ou Running backs” que vai correr com a bola para marcar o touchdown , que neste caso, pode ser considerado com a entrada no vagão encontrando um ligar vago para se sentar. (Sou maluco neh!!!)

Mas como nesse jogo nada é fácil, você tem muitos adversários a ultrapassar, e esses podem lhe jogar no chão a qualquer momento. (Entre na central no horário do rush, de 7h às 9h ou de 17h às 19h que você vai entender.)

Porém, para ultrapassar os obstáculos, a defesa tem seu papel importante, pois são estes que vão abrindo caminho para você ir conquistando suas jardas. (Mole, mole, melhor jeito de você passar no meio da multidão é deixar alguém puxar a fila... enquanto ele vai abrindo caminho a força, você segue o cara tranqüilo.)

Na dúvida de qualquer lance, é só olhar os painéis... (Lá você vê notícias e os horários de partida de cada trem.)

Se tu aprontar lá dentro, o que não falta é juiz (Polícia e segurança da SuperVia).

Sua vitória será chegar no destino são e salvo!

Putz, vai me dizer que isso não é um verdadeiro esporte de contato físico!?

Obs: Quer aprender um pouco sobre o Futebol Americano, clique aqui!


[]´s a todos!!!